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LOLITA Y LA PEDERASTIA

Posted by NãoSouEuéaOutra | Posted in , , , , , , , , , , | Posted on 19:38

Balthus
 
Cuando leí a Nabokov, la pederastia no era un tema del que se hablara mucho. Tampoco se hablaba de los abusos sexuales y de las consecuencias que tienen sobre los niños tanto como se habla ahora. La concienciación social del tema ha variado mucho.
Cuando lees a Nabokov o se ha visto la película se convierte el tema en algo literario, donde el lector puede meterse en la mente del que se siente atraido por una casi adolescente que muestra gestos seductores. Lolita se llama desde entonces a las niñas, o casi púberes que muestran su seducción. Convertir en literario un tema, significa que los lectores se pueden sentir identificados con comportamientos que el arte ratifica y casi justifica.
Pero ¿qué pasa con las Lolitas en la realidad? ¿Es la pederastia una orientación sexual como la homosexualidad, como dijo no sé qué doctor ligado a la sociedad americana de Psiquiatría? Según este hombre, como que los pederastas son resistentes a cualquier tratamiento como la homosexualidad cuando se trataba como una enfermedad, concluye que la pederastia es una orientación sexual como la homosexualidad, como si la relación que se establece entre dos adultos fuera lo mismo que entre un adulto y un niño...
Vivimos en una sociedad tan desquiciante que, en los mismos paises donde se persiguen los abusos sexuales en la infancia, hay concursos de belleza de niñas en las que se las viste y maquilla de forma que parecen jóvenes seductoras. Ya desde pequeñas se las prepara para ser objetos sexuales.
¿Se puede dar el caso de que niños pequeños tengan gestos seductores y actúen como lolitas? Desde Freud se ha considerado que la sexualidad no aparece en la pubertad, sino que los niños también presentan su propia sexualidad; la frase famosa de Freud era que los niños son "perversos polimorfos" describiendo sus formas de encontrar placer sexual que no eran el genital reproductivo, y que ese era el orígen de las diferentes perversiones, tal como se entendía a las distintas formas de placer sexual que se separaban de la genital coital.
Pero eso no explica a las lolitas. Ni tampoco explica la pederastia. Es Patricia Crittenden la que nos recuerda las similitudes entre la intimidad del apego y la intimidad sexual, y lo fácil que es confundirlas. Cuando se piensa que besos, abrazos, caricias, arrumacos, carantoñas son comunes en las relaciones  de padres e hijos y las de los amantes, sólo diferentes en la genitalidad y en variaciones sutiles de entonación, tono de voz, etc.., es fácil la confusión entre seducción y demandas de apego en algunos casos. De hecho, hay situaciones de sexualización de las relaciones padres-hijos que no son abusos sexuales tal como normalmente se entiende. A veces hay una esposificación del hijo a través de besos, tonos de voz que confunden la relación y desorganizan al niño. A veces los niños pueden adoptar posturas seductoras porque así alcanzan la atención de los adultos. De hecho, cuando un niño presenta conductas sexualizadas, suele haber carencias afectivas.
Balthus

o que dizer, se não dizer

Posted by NãoSouEuéaOutra | Posted in , , | Posted on 14:47


« sem papas na língua e sem colheres para mexer a merda como deve ser. sim, com a merda não se brinca e muito menos se deve mexer. já alguma vez um pássaro cagou-vos directamente para os lábios?   não sabe lá muito bem, não é mesmo? pois bem, então deixem de cagar à porta... há pessoas que têm mais que fazer, do que aturar as vossas baixezas, ou seja, os vossos instintos mais prosaicos e sem cristandade nenhuma!! 

claro, sim, oh sim!!!  vós é que sois cristãos e eu, por apenas falar mal no papel devo ser crucificada por heresias!! ao menos cago no papel e não à porta da vossa casa! desconfio que andeis misturados com os bruxos de Trás- os -Montes... eu não conheço nenhum, mas se eles existem, então... então, devem haver por aquelas terras transmontanas uns quantos!!

berra, no fundo do poço uma língua... está costurada em forma de oito.  sufoca-se, e ainda, diz toda aflita: «tragam-me colheres... colheres... colheres!!!!!!!!»
num outro canto, no cimo de um ramo seco, grita uma gralha: « benzuras... benzuras... ceguem o burro à  meia - noite!! alcatraz alcatraz, vai-te para o diabo que te carregue...!»

dizem, que aquilo era uma gritaria que nem os mortos se levantaram naqueles dias!! »

mais um texto fulminante com mil formigas a mastigar os dedos do pé de NãoSouEuéaOutra

Viver

Posted by NãoSouEuéaOutra | Posted in , , , , , , , | Posted on 11:50


« preciso de desocupar esta casa (imensa) que sou. há gentes estranhas e inconvenientes. ruídos por demais ruidosos perambulando pelos corredores. janelas abertas e clarabóias indevidamente projectadas. há demasiada gente para uma casa tão imensa, quando preciso cavalgar o meu cavalo pelos corredores e ser Eu. »


Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011

Insanity

Posted by NãoSouEuéaOutra | Posted in , , , , , , , | Posted on 07:00




«(…)As pessoas sãs deixam o processo criativo para os outros. A sanidade é a norma. Se pensarmos no termo ''são'', a melhor definição possível é ''normal''. Não existem portanto pessoas completamente normais, mas sim indivíduos que aceitam a maioria das normas, e são por isso apelidadas pessoas normais.
Os ''criativos'', por outro lado, atrevem-se a tentar a criação de coisas, que os ''sãos'' normalmente nunca tentariam, ou se atreveriam a tentar.

A insanidade é a visão, a intuição, a constante procura da ''invenção'', da ''inovação''. A insanidade não pode e nunca deve ser excluída do processo criatico. Será atributo das ditas pessoas normais a criação? Será o acto de escrever um livro de 500 páginas um acto próprio dum individuo são, ou será uma atitude impregnada de um pouco de insanidade?

A ''inanidade' criativa'' é equivalente a um longo sonho, do qual nunca se acorda ou não se pretende voluntariamente acordar. Numa sociedade ambígua, desordenada, e em situção de delirium, inércia e hipocrisia, não é possível identificar e delimitar e fronteiras entre a normaliddae e anormalidade, entre a inanidade e a sanidade.

A fronteira não é clara, não é identificável. Será que podemos falar do estado mental de Van Gogh? Ou será que definir o génio de Van Gogh é praticamente impossível, mesmo que o próprio tenha sido banido, julgado e condenado como louco?

Será que cortando a sua orelha esquerda o tornou uma pessoa insana...(...) »

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